Jorge Nishimura
Devido ao retorno antecipado de Craig Hill (fundador-presidente do FFI – Family Foundations International) aos Estados Unidos no penúltimo dia do IV Encontro Nacional da UDF (22/03), Jorge Nishimura, presidente da Universidade da Família, substituiu o pastor norte-americano nas preleções e reuniões do Rali Sudeste (Rali pelas Famílias) em São Paulo. “Logo após o Encontro Nacional, comecei os trabalhos pela capital, dirigindo um evento na Igreja Batista do Povo, juntamente com o Pr. Andrés Panasiuk (vice-presidente internacional sênior do Crown)”, diz Jorge. “O casal Bob e Audrey Meisner (apresentadores do programa de TV It’s a New Day; Bob é presidente do New Day Ministries) pregou na igreja O Brasil para Cristo, na zona leste da cidade. Na segunda-feira (24/03) à noite, estivemos na Igreja Batista Central de Santo Amaro conversando com pastores e líderes. Na terça-feira (25) de manhã, fomos a Campinas (SP), para mais uma reunião com pastores na Igreja do Nazareno. No mesmo dia, voltamos à igreja O Brasil para Cristo para participar de outra reunião à noite. Na quarta-feira (26), falamos com líderes da Igreja Cristã da Granja Viana (Cotia, SP).”
Os eventos em São Paulo foram intensos e seqüenciais (duas reuniões por dia durante quase uma semana). “No início, acompanhei Andrés”, afirma Jorge. “Depois, substituí o Pr. Craig Hill, que teve de voltar mais cedo aos EUA por causa da morte repentina de um diretor do FFI – Family Foundations International. As reuniões foram bem produtivas. A idéia básica do Rali pelas Famílias é divulgar a visão ministerial da Universidade da Família e seus diversos cursos. Percebemos que temos muito trabalho pela frente na capital do estado. Pelo porte da cidade, ainda atuamos de maneira minimalista, mas foi uma retomada interessante. Desenvolver um trabalho específico para São Paulo leva tempo. Estamos apresentando os protótipos do novo curso Como Chegar ao Fim do Mês e já treinamos 300 líderes no Encontro Nacional em Sumaré. A expectativa de desenvolvimento é otimista. Agora estamos alinhando estratégias, fazendo ajustes e preparando o processo de multiplicação.”
“São Paulo é bem grande, mas já temos igrejas parceiras da UDF na cidade”, prossegue Jorge. “Nosso desempenho ainda é tímido, considerando a complexidade dessa metrópole. Estamos desenvolvendo um trabalho exclusivo e consistente para nossa capital, que tem problemas de todos os tipos. Mas a perspectiva de evolução é animadora. Faremos reuniões para definir um plano diferenciado, pois São Paulo é uma área a ser trabalhada com atenção redobrada. Os encontros com pastores e líderes foram bons porque mostraram onde estamos pisando, delineando um retrato real do ministério. Vejo grandes oportunidades para a capital do estado, que possui uma dinâmica peculiar e especial.”
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